Chão Nativo 1

Durante minha breve passagem em Goiânia, tive a oportunidade de conhecer o Restaurante Chão Nativo 1, que funciona em sistema Bufê, eleito o melhor Brasileiro pela Revista Veja – Comer e Beber da cidade por vários anos seguidos.
Sobre o ambiente, o local faz uso do estilo rústico, que conta com móveis de madeira escura e paredes de tijolo aparente, porém notei pouco cuidado quanto à iluminação. Sinceramente, foi difícil visualizar o que havia no interior das panelas de barro, dispostas sob o forno à lenha.

Pepino:

Dotado de um cardápio similar ao da cozinha mineira, enchi meu prato com Arroz, Feijão, Lingüiça, Frango com Quiabo, Torresmo, Angu e Pequi. Parecia promissor.
No entanto, tive uma experiência frustrada por conta deste último item. Em razão da minha ignorância, e da falta de um aviso, mordi com toda vontade do mundo o Pequi… e para quem não sabe (agora sei), não se morde, nem se parte essa fruta. Caso você o faça, sua boca ficará infestada de dolorosos espinhos. Resultado: Não consegui comer o prato e voltei rapidamente ao hotel, onde fiquei cerca de 2 horas na frente do espelho tentando tirar os espinhos com uma pinça.

Achei o local munido de poucos Atendentes, o caixa demorou a aparecer.
Ao final, saí frustrado por ter deixado a comida sobrar praticamente intacta. Tendo em vista que o lugar foi veiculado com destaque em uma grande mídia, o que provavelmente deve atrair muitos turistas, acredito que seria zeloso e de bom tom a inclusão de uma advertência.

Preço:
Bufê R$ 32,90 (Segunda a Sexta)

Vallet:
Acho que não tem

Local:
Avenida República do Líbano, 1809 – Setor Oeste (Goiânia)

Site:
http://www.chaonativo1.com.br

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10 Respostas to “Chão Nativo 1”

  1. Tati Says:

    Olá!
    Sou de Goiânia e acompanho sempre teu blog.
    Sinceramente, das vezes q fui ao Chão Nativo, foi mais pra levar algum amigo de fora do q por pura vontade de comer lá.
    Mas uma pena q a tua experiência com o pequi tenha sido tão ruim.
    Qdo me mudei para Goiânia há uns 10 anos, me disseram q se vc mordesse o pequi, espinhos explodiriam na tua boca! Resultado: nunca tive coragem nem de chegar perto.
    Espero q vc tenha outras oportunidades de voltar para q conheça outros diversos restaurantes ótimos da cidade.
    A propósito, adoro teu blog!
    Abraços.

    • batataepepino Says:

      Olá Tati!
      Dessa vez nem pude provar a indicação da Veja (que cada vez fico mais com o pé atrás). Mas minha experiência foi ruim mesmo, eu não fazia ideia… alias, eu já tinha comido o Pequi antes no empadão e no arroz, mas como já vinha sem semente eu nem senti. Depois desse almoço fiquei com a boca anestesiada por um bom tempo… poxa próxima vez que eu for viajar preciso me lembrar de perguntar por sugestões aqui no blog!
      Abs!
      Pepino

  2. Marcelo Says:

    Deu azar meu caro, com o pequi e com o restaurante, que não tem nada de especial, (só prêmio, rsrsrs…). Quando vier à minha região visite meu site, ou me manda um e-mail se preferir!
    Quando eu for a Sampa se vcs puderem vamos fazer uma incursão gastrô.
    abs

  3. Patricia Says:

    Olá, meu nome é Patricia, sou de Goiânia e sempre acompanho seu blog. O Chão Nativo já foi um bom restaurante, há cerca de 10 anos…
    Hoje Goiânia conta com poucas opções interessantes, a maior parte dos bons restaurantes se perdeu no tempo e na ganância. Tal como em São Paulo, os preços dispararam e a qualidade da comida declinou.
    É raro encontrar um restaurante em que o item regularidade esteja a contento.
    Aliás, em São Paulo, tenho tido esta mesma dificuldade…

    • Pep Says:

      Oi Patricia!
      Então, em apenas alguns dias tive a mesma impressão, agora confirmadas pelo seu testemunho. Qual (is) opção (ões) você acha interessante em Goiânia? Em São Paulo tá difícil mesmo, ultimamente temos dado preferência aos restaurantes cadastrados no grubster/gourmeo/atrapalo, mas as opções estão acabando…
      Abs!

  4. Patricia Lieko Says:

    Então Pepino, sua pergunta me levou a pensar bastante e por muito tempo, daí a demora em responder.
    Mas, vamos lá, em Gyn, uma opção interessante é o Kabana’s. Um restaurante que oferece comida de qualidade e refinada, extensa carta de vinhos, bom ambiente (fica defronte a um parque com lago) e infelizmente, preços altíssimos. Tanto assim, que, em razão de sua boa carta de vinhos, geralmente vamos com mais um casal, para poder degustar mais de um vinho e ficamos apenas, APENAS, com o couvert. Isso tudo porque é caro, muito caro. Mas é um local, restaurante-bar, onde as pessoas gostam de ir e ser vistas. Em Gyn, o público valoriza muito isso.
    Fora o Kabana’s, não aprecio os demais restaurantes “finos” da cidade porque lhes falta qualidade. Como disse anteriormente, há 10 anos, havia o Piquira’s (ainda há) que servia excelente comida. Conhecíamos o maitre e erámos clientes regulares, mas a qualidade e o atendimento foi se esvaindo com o passar dos anos. Curioso é que o restaurante expandiu, abriu empórios e bistrôs. Piquira’s é um restaurante até hoje muito bem frequentado pela high society goiana.
    Havia também um italiano excelente chamado Farfalla, curiosamente dentro de um shopping. O Farfalla era surpreendente: comida muito boa, razoável carta de vinhos e excelente atendimento até que um dia…o gerente perdeu o cartão de crédito de meu marido…Aí, já viu, né, perdemos a confiança e deixamos de frequentá-lo. Esse restaurante fechou, saiu do shopping e reabriu no “Quartier latin Goiano” com o nome de A’doro.
    Explicando: “Quartier latin Goiano” é um quadrilátero onde se reúnem os ditos bons restaurantes e bares de Gyn. É o local do agito, sabe?! Lá estão: Piquira’s, A’doro, L’etoile d’argent, La cave bistrô, dentre outros, muitos outros.
    Há algumas opções de comida mais simples…Há dois restaurantes que servem tucunaré grelhado na chapa: o próprio “Tucunaré na Chapa” e o ” Marronzinho”. São restaurantes mais populares, inclusive o Marronzinho fica escondido em uma rua de bairro de Gyn. Isso não significa que seja barato, mas também não é tão caro. O tucunaré é cobrado por kg: no Tucunaré na chapa (última vez que fui tem uns 2 anos) custava em torno de R$ 70,00; e no Marronzinho custa R$ 49,90, todos com acompanhamentos (arroz, pirão e salada).
    Há também um restaurante árabe que prima pela regularidade; a comida tem sempre o mesmo padrão, o atendimento é cordial e simples e sempre há uma mesa nos esperando: chama-se Árabe, mesmo. Apesar da cozinha árabe não ser a minha predileta, rendo minha opinião ao único restaurante que oferece regularidade em Gyn. O sistema é rodízio tanto no almoço quanto no jantar e custa R$ 49,90 por pessoa. No almoço há também a opção executiva com pratos entre R$ 22,00 e R$ 35,00.
    Os restaurantes chineses daqui não merecem menção. Entre os japoneses, nada chama a atenção. O melhor italiano (segundo a Veja) é a franquia da Pasta Gialla (e note que a Pata Gialla dos jardins é imbatível).
    Mas gostaria de citar um local agradável, bom e barato para você: Fulô do Cerrado (fica em Anápolis, 50km de Gyn). É um restaurante por kg, com ambiente rústico, boa música e boa comida. Se voltar a Gyn, entre em contato. Caso não tenhamos um bom local para indicar ou até mesmo levá-lo, podemos providenciar alguns pratos da terra: pamonha, guariroba, pequi (lhe ensinaremos a comer), carne de lata, enfim. Apareça!

  5. Carol Almeida Says:

    Chão Nativo 1 | Batata e Pepino Achei uma pessoa de goiânia para o resto da minha vida, acessei o site http://www.namorogoiania.com.br e encontrei minha alma gêmea aqui mesmo em goiânia. Agradeço ao site por existir, e indico aos amigos e quem queira ter um relacionamento sério.

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