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Kaburá

13/05/2010

Voltamos ao Kaburá, desta vez com a família do Pepino. No último Post da casa ficaram faltando alguns pratos “must taste before you die”, que serão tratados a seguir.
Chovia bastante no dia e, conseqüentemente, o Restaurante encontrava-se vazio. Não tivemos problema para nos acomodarmos.

Batata:

Já que ainda estávamos cheios do almoço (Templo da Carne), fizemos pedidos mais leves. Para começar, o irmão do Pepino pediu uma porção de Tan No Sumisso (Língua bovina no Missô), que veio com a Língua cortada em finas fatias cobertas com cebolinha e o molho agridoce de Missô separado para servir a gosto. Adoramos, quase que incondicionalmente, essa iguaria.

Como prato principal, escolhi um Temaki de Uni. O Ouriço veio um pouco mais escuro que o habitual, sem aquela cor alaranjada brilhante característica. Seu sabor, apesar disso, estava normal. Junto ao recheio encontramos inéditas tirinhas de pepino e mini-rúcula, que combinaram bem.

O Pepino optou pelo Sanma, mas como não tinha, a Atendente sugeriu (e ele acatou) o Aji (Carapau) na brasa. O peixe, que inicialmente assustou pelo tamanho (para umas 2 pessoas), chegou com sua bela apresentação (a mesma da Anchova), molhado e saboroso.

O serviço, novamente, foi rápido e eficiente.
Reforçando: Não aceitam cartões de Débito e Crédito.

Preço:
Tan No Sumisso R$ 23,00
Temaki de Uni R$ 17,80
Aji R$ 52,00
Missoshiro R$ 3,30

Vallet:
Acho que não tem

Local:
Rua Galvão Bueno, 346 – Liberdade

Site:
Acho que não tem

Kaburá

26/04/2010

Eis que finalmente escreveremos sobre o Kaburá, um dos nossos Restaurantes japoneses preferidos. Essa casa é mais conhecida pela qualidade de suas Robatas, entretanto servem também ótimos e diversificados pratos, tais como Otchazukê, Udon, Furai e Yakizakana (desencane do Sushi, não é o forte deles).
O ambiente, em minha opinião, é instigante. Ele agrega elementos diversos, desde tradicionais (balcão amadeirado, ornamentos, garrafas de Sakê à mostra) a trashes (nuvens de gordura no ar, pessoas com cara de Yakuza te encarando), que nos transportam para outro lugar no espaço-tempo.

Pepino:

Sentamos no balcão e fomos servidos com duas entradas, o Gobo (bardana) com cenoura e uma deliciosa mistura de Atum, Natô, Quiabo e Cebolinha (repetimos essa).

Como só fomos eu e a Batata, tivemos que sacrificar a best-seller Anchova grelhada/servida inteira e a arrebatadora porção de Língua de Boi. Pedimos, então, 7 Robatas, 2 Oniguiris, um Gyukatsu, uma porção de arroz e dois Missoshiros.
Os espetos escolhidos foram: Quiabo, 2 de Frango com Cebolinha, Pimenta americana, Alho e 2 de Língua, meu favorito. Os Oniguiris vieram em bom tamanho e rechados com o Umê.

O Gyukatsu, bem servido, veio com a casca crocante, levemente umedecida por dentro e com a carne temperada no ponto certo. Ficou ainda melhor com o molho especial e gotas de limão.

O Atendimento, dessa vez, foi impecável. Os pratos chegaram num timing perfeito e o Chá, como manda a cartilha, não é cobrado.
Detalhes: Não aceita cartões de Débito ou Crédito. Ficam abertos até tarde, porém não abrem no almoço e aos Domingos.

Preço:
Entrada (cada) R$ 3,00
Quiabo R$ 3,20
Frango com Cebolinha R$ 3,20
Pimenta americana R$ 3,20
Alho R$ 3,80
Língua R$ 3,80
Oniguiri de Umê R$ 3,30
Gyukatsu R$ 35,00
Missoshiro R$ 3,30
Refri R$ 3,50
Chá Não é cobrado

Vallet:
Acho que não tem

Local:
Rua Galvão Bueno, 346 – Liberdade

Site:
Acho que não tem